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A mangacurta periodicamente apresenta mini-concursos em parceria com entidades externas. Estes concursos especiais têm um tema específico , algumas regras próprias e os prémios são definidos caso a caso. Outra particularidade que diferencia este mini-concurso do concurso permanente é a atribuição de um prazo específico para o envio de candidaturas. Importa ainda esclarecer que o concurso permanente e livre nunca pára, mesmo durante o período em que decorre um mangacurta especial. |
As organizações interessadas em promover um concurso especial devem contactar a Mangacurta para receberem mais informações. |
Período do ConcursoAs propostas podem ser enviadas a partir de 5 de Maio , até às 24h do dia 31 de Maio de 2008 Tema do ConcursoThe Bombazines O objectivo deste concurso especial é criar a identidade da banda The Bombazines. Na composição gráfica deve-se ler The Bombazines, a identidade pode ser baseada em texto, logótipo ou preferencialmente uma combinação destes e outros formatos gráficos. A identidade proposta deve ser enquadrada numa t-shirt (aproveitando o formato habitual de apresentação de uma candidatura no mangacurta.com), mas a imagem deve ter condições para ser aplicada em ecrã: Internet, vídeo, TV; em papel: capa discos, revistas, jornais, flyers, posters, jornais; e naturalmente em têxtil: t-shirts. Pretendemos uma t-shirt com alma própria, inspirada na estética sonora e artística patente nos The Bombazines. Aproveita esta oportunidade, inspira-te e cria a futura imagem desta banda revelação. Participa e desperta emoções. |
Prémio Especial: 650€
![]() Outras informações
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The Bombazines
The Bombazines é uma nova banda portuense recentemente premiada no concurso de projectos artísticos para o maior festival português de expressão artística contemporânea – Serralves em Festa 2008. Passa pelo myspace.com/thebombazines e não percas a excelente oportunidade de assistir à estreia da banda ao vivo, já na próxima sexta-feira na cidade do Porto, no plano B, pelas 00h30. Sobre The Bombazines * Marta Ren (voz) era a vocalista dos Sloppy Joe. Rui Silva “Gon” (voz) foi vocalista dos Zen, dos Mata tu Patrón e dos Hiena. Miguel Barros (baixo) passou pelos Zen e pelos Hiena e integra a banda suporte de Jorge Palma. Eurico Amorim (teclados Hammond) tocou com os Mesa e está ligado a vários projectos: Insert Coin, Lucky Stereo, Supernada e Sizo. Nuno Mendes (programações) integrou a primeira formação dos Bandemónio e criou entretanto os Lucky Stereo.” |
Marta Ren
Gon |
Miguel Barros |
![]() Eurico Amorim |
Nuno Mendes |
Período do ConcursoAs propostas podem ser enviadas a partir de 22 de Maio , até às 24h do dia 22 de Junho de 2007 Concurso terminou: Vencedores AnunciadosTema do Concurso“15º Curtas Vila do Conde ” O objectivo deste concurso especial é criar uma t-shirt fenomenal inspirada na 15ª edição do festival internacional de curtas metragens de Curtas Vila Conde (7-15 Jul 2007). Aproveita esta oportunidade, inspira-te e cria a manga das curtas. Participa e desperta emoções |
Prémio Especial: 750€
![]() Outras informações
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Festival Internacional de Cinema
![]() Preparando neste momento a 15ª edição, o Curtas Vila do Conde mantém aquela que é a sua característica mais vincada: a evolução. Ao invés de se acomodar a uma fórmula, o Festival escolheu, desde o início, focar a sua atenção na transformação e na mudança, mantendo-se atento a todas as manifestações que têm lugar no campo do cinema. É por isso que não só a filosofia de programação vai sendo regularmente modificada, para poder acompanhar os fenómenos emergentes no campo das artes e a evolução da linguagem cinematográfica e videográfica, como há também uma aproximação (e contaminação) às artes plásticas, de onde é normal saírem cada vez mais autores com novos trabalhos. |
O Curtas constrói-se, então, em torno das secções de Competição Nacional e Internacional de curtas metragens. À volta deste núcleo gravitam as secções Work in Progress, um espaço de programação onde é habitual ver regressar alguns realizadores que, de algum modo, estiveram ligados ao passado do Festival, e o Take One!, onde a mais jovem geração de estudantes apresenta as curtas metragens de maior relevo entre as produzidas recentemente nas escolas de cinema do país. ![]() A estas secções, acrescente-se ainda a recente criação do Remixed, uma nova e arrojada proposta de programação que promoverá interacções entre a criação visual, audiovisual e musical, e, ainda, da secção agora denominada InFocus, dedicada a autores em destaque especial, retrospectivando percursos individuais na realização cinematográfica e que aqui encontram muitas vezes a sua primeira grande apresentação em território nacional e, por vezes, europeu. |
![]() Este ano podemos ainda contemplar uma exposição de arte contemporânea onde o fio condutor é a obra de Alfred Hitchcock. Foram escolhidos trabalhos de autores que tem desenvolvido um trabalho reconhecido internacionalmente nessa aproximação/ exploração de um imaginário hitchcockquiano. É também um projecto sobre a atracção das imagens. A atracção entre a arte contemporânea e o cinema. Nos filmes de Alfred Hitchcoock não existe um tempo preciso mas um vórtice de pulsões. São filmes de suspense, ou seja, vivem em paragem, em suspensão de tempo. Os sonhos não têm tempo. A sua silhueta, como uma presença conhecida, passa discretamente, nas sequências dos seus filmes. Pode olhar-nos pela câmara. Alfred é real dentro dos seus sonhos. |
É por isso que Spellbound, feito em colaboração com Salvador Dali, é um dos filmes que melhor decompõe esta sua visão analítica, surreal e perversa da realidade. As suas mulheres não existem: são heroínas que se vestem com uma elegância que é a depuração do sexo feminino em tweed; os seus heróis substancializam-se num chapéu e nos seus filmes o sonho veste-se de uma realidade americana que nunca existiu. Tal como os filmes de Alfred Hitchcock vivem no interior das pulsões dos seus personagens, esta exposição vive do coeficiente pulsional que os trabalhos expostos podem vir a suscitar no público. ![]() |
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A secção In Focus, (retrospectivas de autor) irá revelar autores emergentes do panorama cinematográfico, bem como outros já consagrados. Este ano, um desses destaques é Peter Whitehead: Nascido em Liverpool em 1937, Peter Whitehead é considerado como um dos mais importantes autores do cinema avant-garde do Reino Unido, estando entre um grupo de realizadores que abalou a industria cinematográfica europeia nas decadas de 60 e 70. ![]() |
Apesar de inactivo desde o final dos anos 70, deixou documentos importantes que influenciaram uma série de jovens realizadores de cinema experimental na Europa e nos EUA e foi precedente da estética que se tornou popularizada como videoclip, antes do aparecimento da MTV. Da sua obra, destaques incontornáveis: Pink Floyd London 66-67 (1967), documentário dedicado a Syd Barrett (Pink Floyd); Tonite Let's All Make Love In London (1968), outro filme que retrata uma Londres psicadélica, underground, no auge de perturbações politicas e revoluções musicais; Charlie is my darling: the Rolling Stones on tour (1968), filme raramente exibido, outro documentário histórico sobre os Rolling Stones, com imagens de uma época revolucionária e filmada através de uma abordagem inédita para a altura. |
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Como tem sido hábito, a programação de cinema do Festival vai ser acompanhada por eventos musicais e festas com Dj's internacionais. Para a edição deste ano, grande parte dos Dj's que irão marcar presença no [-3b] Clube do Festival, são dos mais reputados internacionalmente e, no caso de Rui Vargas, de maior renome a nível nacional. |
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