Realidade Artificial
Este desenho foi criado por sofisma, tem o total de 428 pontos, com 110 votos, foi comentado 8 vezes
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113 pts, 28 votos, média 4.0 |
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TOTAL DE PONTOS: 428
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Boas. Acho que ja tas a ir buscar pormenores a mais das cenas de filosofia, não? tb náo quero q mme leves a mal a minha critica, mas penso que a tua "poesia" ou coment... é elaborado demais para aquilo as tuas T's dmonnstram. eu até curto o teu trabalho, mas por favor não exageres.dum amigo:sk8* :) UM PORMENOR: Tem pra aqui letras repetidas no meu comentário, mas a culpa é do meu teclado. Pus a cena bues de rápida entretanto basta clicar 1 fracção de segundo e repete logo bues as letras lol :) pra não falar nas que come abraço gostei da ideia, apenas axo k a flôr está a mais, isto na minha opinião Nem pensar, a flor é um componente essencial. As abelhas fabricam o mel, as flores fornecem insconscientemente o pólen. E nem me refiro ao facto de ser algo contrariado talvez, pois os insectos ajudam a dispersar o território ocupado. De qualquer das formas, são, sem dúvida, um par inseparável na construcção desta imagem. Bem, a ideia é certamente bastante rebuscada, e poucos, se algum, a associaria à imagem, possivelmente os únicos comentários seriam do género: "Oh, que florzinha linda! Oh que abelhinha linda!"... Entendo perfeitamente o facto da tecnologia roubar alguma vivacidade e experiências às crianças, e conferir-lhes essa apatia mórbida que a televisão e os jogos de vídeo alimentam. A indústria está a tornar-se a base de tudo quanto existe, e são escassos os locais no mundo onde não nos deparamos com os seus braços desenvolvidos e que desfiguraram. Em breve teremos jardins plastificados cujas folhas e ramagens ocultam colunas expulsando essas de si o cantar de pássaros irreiais, quiçá extintos. Enfim, que mundo este que se modifica horrivelmente. Beijos. Bom comentário Narag. não tive tempo de ler a explicação, mas aqui sim: grafismo está no ponto. (como se pode verificar, tb n sei só dizer mal...só quando merecem) O grafismo desilude me um pouco face a grandeza do teu conceito,muito extendido para os lados, mas admiro os teus trabalhos força! As minhas Ts tão no quente ainda nos ultimos retoques espero que gosterão.As minhas palavras CONCEITO RIGOR HUMOR. |
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Enveradando, eu diria, inevitavel e irremediavelmente pelos trilhos da dicotomia Homem/Máquina e Realidade/Ficção, desenvolvi esta T. Prentende representar a realidade simulada e diferida em que estamos entranhados. É um alerta e um apelo, se é que se pode chamar apelo, uma vez que não vejo senão o agravamento do sintoma, mas adiante, a mensagem que quero passar é de que a realidade é cada vez mais uma indefinição, e que a experimentação prática e vivência de cada segmento de comprovação tende a desvanescer-se, evanescendo a artificialidade estéril e inerte. Uma criança não brinca mais fisicamente, vive num ambiente simulado, em que não existe morte, e que esta não é condenável, em que não existe limte, mas o próprio limte é tão somente este: a imaginação. Tudo o que experimentam é genérico, é calculado e arquitectado, não existe a aventura a exploração do natural. Desconfio que quando questionados ficam cépticos perante a complexidade da vida, as leis da natureza não entram no jogo diferido da simulação. A natureza, bem amada, tende a converter-se involuntariamente num programa, num processo virtual e amorfo. Será que no futuro ainda posisarão abelhas nos malmequeres zinindo prazenteiras expelindo pólen das patitas, será que o mel não virá senão de recipientes inócuos e esterilizados? sofisma*